O cenário corporativo global, e particularmente o brasileiro, atravessa um ponto de inflexão silencioso: a crise de profundidade na liderança. Em meio à aceleração digital, à pressão por resultados de curto prazo e à reorganização constante de estruturas, muitas empresas passaram a confundir excelência técnica com capacidade de gerir pessoas.

O resultado é a ascensão de lideranças prematuras ou acidentais: profissionais competentes no que faziam antes, mas sem repertório, treinamento e suporte para coordenar expectativas, lidar com conflitos e sustentar um ambiente de trabalho saudável.

Uma observação importante, e acolhedora: ambientes tóxicos nem sempre nascem de “maldade”. Com frequência, eles emergem de insegurança, falta de preparo e sistemas organizacionais que empurram pessoas para cargos de poder sem oferecer as ferramentas necessárias. Quando isso acontece, mecanismos rasos de controle como microgerenciamento, agressividade defensiva e supressão da divergência se tornam atalhos tentadores.

Este artigo investiga como a liderança prematura se forma, por que ela tende a gerar toxicidade e o que colaboradores, líderes e empresas podem fazer para reduzir danos e reconstruir segurança psicológica. O objetivo é educativo, prático e respeitoso com a experiência individual de quem vive essas situações.

1. O contexto da liderança acidental: quando a promoção chega antes do preparo

O termo “gerente acidental” (accidental manager) descreve a pessoa que assume a gestão sem formação prévia em liderança, muitas vezes porque era excelente tecnicamente ou porque era a opção “disponível” no time.

O Chartered Management Institute (CMI) tem chamado atenção para esse fenômeno: 82% dos gestores são promovidos para funções de liderança sem qualquer treinamento formal em gestão ou liderança. Esse dado sugere que uma parte enorme das hierarquias corporativas opera na base da improvisação.

Na prática, isso cria um vácuo de competência: a cadeira de liderança é ocupada, mas o espaço psicológico e estratégico da liderança permanece vazio. Nessa lacuna, a gestão tende a virar um conjunto de reações, e não uma prática consciente.

Sinais comuns de uma liderança acidental (não como julgamento, mas como alerta):

  • Promoção baseada apenas em performance técnica ou tempo de casa, sem critérios comportamentais claros.
  • Ausência de trilha de desenvolvimento: “vai aprendendo no caminho”.
  • Foco excessivo em tarefa, prazo e controle, com pouca atenção a contexto, comunicação e bem-estar.
  • Dificuldade em delegar e em diferenciar responsabilidade de controle.
  • Oscilação entre autoconfiança inflada e insegurança intensa, com decisões inconsistentes.

2. Por que a ascensão prematura acontece: falhas no pipeline e incentivos distorcidos

A liderança prematura raramente é um evento isolado. Ela costuma ser um resultado previsível de modelos de carreira e promoção que não acompanham a complexidade do trabalho contemporâneo.

A seguir, três mecanismos estruturais que costumam aparecer juntos.

2.1 O Princípio de Peter, atualizado para a economia do conhecimento

O Princípio de Peter, formulado por Laurence J. Peter, propõe que, em hierarquias, pessoas tendem a ser promovidas até atingir seu nível de incompetência.

Em áreas técnicas, isso se agrava: muitos profissionais só conseguem aumentar remuneração e influência migrando para a gestão, mesmo quando preferem ou performam melhor como especialistas. Sem uma “carreira em Y” bem desenhada, a empresa comete um duplo erro: perde um excelente contribuidor individual e ganha um gestor inseguro.

Quando a transição é mal conduzida, o novo gestor tenta administrar pessoas como se administrasse tarefas técnicas: busca previsibilidade total, reduz autonomia e passa a interferir no “como” em vez de alinhar o “para quê” e o “o quê”.

2.2 Inflação de títulos e a juniorização acelerada

No Brasil, uma peça adicional entra no tabuleiro: a inflação de títulos. Para reter talentos ou “parecer” mais maduro para o mercado, algumas organizações distribuem títulos como “sênior”, “lead” ou “head” antes do tempo.

Relatórios e levantamentos de mercado têm mostrado que jovens de 18 a 24 anos alcançam cargos de liderança em poucos anos de carreira. Esse encurtamento de ciclo não é um problema em si, desde que venha acompanhado de mentoria, governança, apoio e limites claros. O risco é colocar alguém em posição de comando antes de ter repertório para lidar com frustração, ambiguidade e conflitos.

É aqui que muita gente se perde: maturidade não é idade, e sim experiência processada. Liderança exige aprendizado sobre pessoas, contexto e tomada de decisão sob pressão.

2.3 A lacuna de autoridade: responsabilidade alta, poder baixo

Um fenômeno que amplifica a toxicidade é a lacuna de autoridade: o gestor é cobrado por resultados, mas não tem autonomia real para decidir orçamento, contratar, ajustar escopo ou revisar processos.

Pesquisas com gestores de linha apontam que muitos sentem falta de poder de decisão. Quando a pessoa não consegue influenciar o essencial, ela tende a controlar o trivial. Isso ajuda a explicar por que microgerenciamento, vigilância e exigências de resposta imediata aparecem como compensações psicológicas para a sensação de impotência.

É importante notar: a lacuna de autoridade é um problema do sistema, não só do indivíduo.

3. Dinâmicas psicológicas comuns na liderança rasa

Falar de psicologia na liderança não é rotular pessoas como “boas” ou “más”. É reconhecer que, sem preparo e sob estresse, seres humanos recorrem a defesas. Em posições de poder, essas defesas se espalham pela organização.

Abaixo, três dinâmicas frequentes, descritas aqui de forma educativa e sem intenção de diagnóstico.

3.1 Efeito Dunning-Kruger: a cegueira da inexperiência

O efeito Dunning-Kruger descreve a tendência de pessoas com baixa habilidade em uma área superestimarem sua competência. Em gestão, isso pode aparecer como confiança excessiva em prazos irreais, leitura equivocada do silêncio da equipe como “alinhamento” e resistência a feedback.

Quando a equipe falha sob metas inviáveis, o gestor pode concluir que o problema está nas pessoas, não no planejamento. O ciclo típico é: prazo irreal, entrega comprometida, cobrança mais dura, queda de segurança psicológica e piora de performance.

3.2 Impostor: a liderança performática e defensiva

No polo oposto, existe o gestor que se sente “uma fraude”. A literatura descreve o fenômeno do impostor como uma experiência interna de inadequação, mesmo diante de evidências objetivas de competência.

Quando alguém entra na gestão sem suporte, esse medo pode virar “teatro de liderança”: distanciamento emocional, dificuldade de pedir ajuda, aversão a admitir dúvidas e necessidade constante de provar valor para cima, às vezes às custas do time.

Isso não significa que o gestor seja necessariamente mal-intencionado. Significa que ele está tentando sobreviver à posição sem ter ferramentas suficientes.

3.3 Estresse crônico: quando o cérebro entra em modo de sobrevivência

Sob estresse crônico, a tendência humana é reduzir empatia e ampliar reatividade. Na prática, isso pode se traduzir em sarcasmo, irritação, explosões e decisões impulsivas.

Organizações que normalizam urgência constante, sobrecarga e comunicação agressiva acabam treinando o cérebro coletivo para operar no modo “luta ou fuga”. Em ambientes assim, aprender, inovar e cooperar se torna mais difícil.

4. Como a toxicidade se instala: sintomas, mecanismos e o papel da segurança psicológica

Toxicidade no trabalho pode ter muitas faces: abuso explícito, desorganização crônica, favoritismo, medo, humilhação, manipulação, metas impossíveis ou o simples esgotamento de não saber o que é esperado.

Uma forma útil de entender o problema é observar comportamentos recorrentes, e não eventos isolados. O que adoece é o padrão.

Comportamentos frequentemente citados por colaboradores como tóxicos:

ComportamentoFrequência (Talogy, 2022)Por que costuma aparecer na liderança rasaImpacto típico no time
Aggressividade / humilhação64%Uso do medo como substituto de influência e falta de preparo para conversas difíceis.Silêncio, medo, retração, queda de confiança.
Microgerenciamento52%Dificuldade de delegar e ansiedade por controle diante de incerteza.Perda de autonomia, desmotivação e desgaste.
Falta de ética ou distorções de informação43%Autopreservação e foco excessivo em aparência de resultado.Cinismo, insegurança e erosão de confiança institucional.
Política egoísta e feudos37%Mentalidade de soma zero e insegurança territorial.Conflitos internos, sabotagem e fragmentação.
Metas irreais e urgência constante36%Baixa leitura do trabalho real e pressão de curto prazo sem negociação.Ansiedade, burnout e sensação crônica de fracasso.

Fonte: https://talogy.com.br/2022/07/5-comportamentos-toxicos-de-lideranca-que-prejudicam-a-performance-do-colaborador/

4.1 Microgerenciamento na era digital: vigilância e interrupção como método

No trabalho remoto e híbrido, o microgerenciamento ganhou uma camada digital: monitoramento de status online, cobrança de resposta imediata e reuniões de checagem que quebram o foco.

Um ponto-chave: acompanhar trabalho não é o mesmo que vigiar pessoas. A liderança madura define resultados, alinha prioridades, remove obstáculos e cria condições para o time entregar. A liderança insegura mede presença, não entrega.

Se você sente que está sendo constantemente observado, cobrado por minúcias e interrompido o tempo todo, isso não é só incômodo. É uma forma de erosão de autonomia.

4.2 Segurança psicológica: o antídoto invisível

Segurança psicológica é a percepção de que o ambiente é seguro para fazer perguntas, admitir erros, discordar e pedir ajuda sem medo de retaliação.

Quando ela é baixa, as pessoas se protegem: escondem problemas, evitam riscos, param de sugerir melhorias e fazem o mínimo para sobreviver. Segurança psicológica não é “passar a mão na cabeça”; é criar um contexto em que o trabalho real possa aparecer.

Ambientes tóxicos costumam cair em dois extremos igualmente ruins:

1) Competitividade agressiva, onde colegas viram rivais.
2) Falsa harmonia, onde ninguém discorda e problemas são varridos para baixo do tapete.

Em ambos, o custo é a verdade. E sem verdade, não há melhoria.

5. O custo humano e organizacional: saúde mental, rotatividade e perda de futuro

Quando a liderança adoece o ambiente, o impacto não é apenas emocional. Ele é também operacional, financeiro e reputacional.

Pesquisas no Brasil têm mostrado que grande parte dos profissionais percebe influência direta da liderança sobre o bem-estar, e uma parcela relevante associa liderança a sentimentos como ansiedade. Não é surpresa: o gestor define prioridades, tom, segurança e previsibilidade.

Além disso, a Organização Mundial da Saúde descreve burnout como um fenômeno ocupacional ligado a estresse crônico no trabalho que não foi bem gerenciado, marcado por exaustão, distanciamento mental ou cinismo e redução de eficácia profissional.

5.1 Quiet quitting: quando a pessoa fica, mas se desliga por dentro

O termo quiet quitting popularizou-se em 2022 para descrever a redução do investimento emocional no trabalho: a pessoa cumpre o combinado, mas para de fazer esforço extra.

É importante olhar para isso sem moralismo. Em muitos casos, é autoproteção. Quando o ambiente é imprevisível, agressivo ou injusto, o cérebro entende que investir mais é arriscado.

Para empresas, o custo aparece como queda de inovação, aumento de retrabalho e perda de energia coletiva.

5.2 Gestão importa mais do que parece

Uma síntese útil vem da Gallup: gestores e líderes imediatos explicam uma parte muito grande da variação de engajamento nas equipes. Em outras palavras, o dia a dia com a liderança costuma ser mais determinante do que os slogans de cultura na parede.

Se isso é verdade, tolerar liderança tóxica não é só um problema humano. É também uma decisão de risco para o negócio.

6. Liderança profunda: um modelo de resgate (e de prevenção)

Falar do problema sem falar de saída é pouco útil. O oposto da liderança rasa não é o líder “perfeito”. É o líder intencional: alguém que aprende, pede ajuda, regula o próprio estresse e cria condições para o time funcionar.

Uma referência interessante é o modelo de Deep Leadership, associado a estudos de liderança no contexto finlandês, que descreve quatro pilares comportamentais muito próximos da liderança transformacional: construção de confiança, motivação inspiradora, estimulação intelectual e consideração individualizada.

Na prática, isso se traduz em hábitos observáveis:

  • Confiança: combinar expectativas e cumprir combinados com consistência.
  • Propósito: conectar tarefas a impacto e priorizar com clareza.
  • Pensamento: incentivar perguntas, aprendizado e discordância respeitosa.
  • Pessoa: tratar indivíduos como indivíduos, com cuidado, limites e desenvolvimento.

6.1 Reparando o pipeline: promover sem quebrar gente

Para reduzir liderança prematura, a organização precisa revisar incentivos:

– Carreira em Y: permitir crescimento técnico com remuneração e reconhecimento, sem obrigar a migração para gestão.
– Critérios claros: promover também por maturidade relacional, capacidade de feedback, comunicação e responsabilidade.
– Suporte real: trilhas de capacitação, mentoria e supervisão nos primeiros meses.

O modelo de Leadership Pipeline é uma das referências mais usadas para estruturar transições de carreira e deixar claro o que muda quando alguém passa a liderar pessoas.

7. Orientações práticas e acolhedoras

Se você está vivendo um ambiente tóxico, é compreensível sentir confusão, vergonha, culpa ou exaustão. Nenhuma dessas reações significa fraqueza. Elas são respostas humanas a um contexto que drena energia e previsibilidade.

A seguir, algumas orientações gerais que costumam ajudar, respeitando limites e realidades diferentes.

7.1 Para colaboradores: como reduzir dano e recuperar chão

Sugestões práticas (adapte ao seu contexto e segurança):

  1. Nomeie o padrão: o que está se repetindo? (humilhação, vigilância, metas impossíveis, isolamento, punição por discordar).
  2. Registre fatos: datas, situações, mensagens e consequências. Registros ajudam a organizar memória e, se necessário, buscar apoio.
  3. Busque aliados seguros: colegas de confiança, RH, canal de ética, comitês internos ou lideranças acima, quando existir espaço.
  4. Cuide da saúde: se houver sinais de ansiedade, insônia, choro frequente, irritabilidade ou exaustão, procure apoio profissional.
  5. Conheça seus caminhos: sindicatos, ouvidorias e órgãos públicos podem orientar. Se houver violência ou assédio, busque orientação especializada.

7.2 Para líderes novos: como não virar o problema que você também criticou

Um checklist simples que costuma funcionar:

  • Faça acordos de trabalho explícitos: o que é prioridade, o que é urgência, o que pode esperar.
  • Troque controle por alinhamento: defina resultado, deixe o caminho com o time, acompanhe por marcos.
  • Dê feedback com respeito e frequência: não acumule para explodir.
  • Peça ajuda cedo: mentoria, treinamento e supervisão não são sinal de incompetência.
  • Regule o estresse: seu corpo é parte do seu método de liderança.

7.3 Para empresas e RH: prevenção é mais barata do que remediação

Ações com alto impacto e baixo glamour:

  • Treinamento obrigatório para novos gestores nos primeiros 90 dias.
  • Mentoria cruzada para quem assume liderança pela primeira vez.
  • Pesquisa de clima com foco em segurança psicológica e qualidade da gestão.
  • Avaliação 360 graus em ciclos curtos para detectar sinais precoces de abuso e microgerenciamento.
  • Governança de carreira em Y e transparência de critérios de promoção.

8. Nota de adequação institucional e jurídica

Este artigo é educativo e não substitui orientação jurídica, psicológica ou de compliance. Termos como “toxicidade” e “assédio” podem ter significados técnicos em diferentes áreas.

No contexto brasileiro, órgãos institucionais descrevem assédio moral como condutas abusivas repetidas que humilham, constrangem e degradam o ambiente de trabalho. A avaliação de um caso concreto depende de análise específica e, quando necessário, de orientação profissional.

Se houver risco à saúde, ameaça, discriminação, violência ou assédio, priorize sua segurança e busque canais formais e apoio especializado.

Conclusão: profundidade é cuidado, não luxo

A toxicidade corporativa é um sintoma, não a doença. Muitas vezes, a doença é a superficialidade com que tratamos a profissão de liderar.

Promover pessoas sem preparo, suporte e autonomia cria um exército de gestores acuados, e gestores acuados tendem a buscar controle onde conseguem. O custo se revela na saúde mental dos trabalhadores, na perda de confiança, na rotatividade e na mediocridade que se instala quando ninguém se sente seguro para pensar.

A boa notícia é que isso é reversível. Profundidade se aprende. Com critérios melhores, mentoria, treino real, carreira em Y e uma cultura que valorize respeito, as organizações conseguem construir liderança madura. E, para quem está sofrendo agora, vale reforçar: sua experiência é válida. Você não está exagerando por querer previsibilidade, respeito e dignidade no trabalho.

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Referências

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